Stand up surf  


De volta ....

Dae Galera, primeiro gostaria de comecar com um pedido de desculpas, por minha falta de comprometimento com voces... Logo volto a escrever apos 2 anos parados com blog, mas sempre acompanhado o crescimento do SUP, que nos dois ultimos anos se concretizou como uma outra modalidade de surf ...  E e incrivel que a dois anos atras estavamos aqui falando sobre um esporte ate entao nao muito conhecido no Brasil e hoje ja esta prestes a ter seu circuito independente. 

 Voltamos a ativa e para dar inicio a essa nova fase do Blog... iniciaremos com uma sessao de fotos iradas feitas pelo fotagrafo Jacko. No festival Skol Windcenter point do riozinho, Floripa 2010 onde mais uma vez o windsurfista profissional Kauli Seadi se consagrou campeao.

 Kauli

Tow surfer , Romeu Bruno

Kite surfer, Magrinho

SUP surfer, Magnum... Lindo Lay Back, na minha opiniao foi a melhor manobra do campeonato.

Kauli

Magrinho

Kauli

Grande final Kauli Vs. Magrinho... OBS: Ambos com shapes Luiz Juquinha.

 

Fonte: http://jackocampeche.blogspot.com/search?updated-max=2010-03-15T16%3A09%3A00-07%3A00&max-results=100

 

 


Escrito por Fernando Schultz às 18h48 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Equipamento Portatil?? Que nada tralha...

Nao sei se notaram que no decorrer de todas as materias que escrevi a respeito do S.U.P, sempre que falamos sobre os atletas todos sempre eram adeptos de outras modalidades de surf e o Stand-up sempre foi abordado como uma segunda modalidade ou uma forma de preparo fisico. Pois bem essa é uma das caracteristicas dos standupers a grande maioria dos adeptos sao pessoas que praticam outros esportes. Eu desconheco alguem que seja apenas praticante de S.U.P, talvez seja devido nao ser um esporte tao pratico quanto parece afinal a prancha é enorme e pessada e ainda se tem o remo para dificultar ainda mais, claro que toda a evolucao do surf desde os longboards ate os shortboards alem de ter como principio de evoluir os shapes para aumentar a radicalidade tambem sempre se foi pensado na praticidade deixar o equipamento melhor e mais leve alem da evolucao das quilhas que hoje saoremoviveis para facilitar ainda mais o trnsporte dos equipamentos.

 

Se voce , leitor de meu blog conhece algum ateta que tem como esprte principal o satnd-up surf post para min , pois tenho pesquisado muto sobre isso e nao encontrei nehum. É muito interessante a questao da praticidade pois eu sou surfista de longboard e as vezes fico cansado de carregar o trabolho e nem sempre surfo de longboard pois quando orgnizo barcas de surf com meus amigos nem todos tem caminhonete ou se quer Racks no carro para poder carregar o meu 9,0 pés !

ainda estou a procura das pranchas sem quilhas de Homero se deus quizer na proxima semana estarei publicando sobre tal assunto!

Boa semana a todos

Mahalo.

 


Escrito por Fernando Schultz às 15h02 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Progressivo

Continuo a minha busca das imganes das pranchas sem quilhas feitas por Homero Naldinho mais ainda não encontrei nada referente. Sendo assim vou abordar outros temas e assim que encontrar algo sobre as pranchas sem quilhas estarei apresentando.
Bom , hoje estava pesquisando sobre o SUP e encontrei em um site havaiano um tema muito interessante para abordar o "progressive stand-up surf". Algumas decadas passaram desde o descobrimento do surf e no final dos anos 70 onde o surf foi dividido em longboards e shortboards que era o surf progressivo na época pois as pranchas menores eram mais manobraveis facilitando para o surfista quebrar a linha da onda. Mais o tempo foi passando e os longboards foram esquecidos e os adeptos eram apenas os mais velhos e as pessoas mais gordas, no final dos anos 80 os longboards voltaram a aparecer as pranchas se tornaram mais leves e os shapes mais modernos e passou a conquistar novos adeptos e passou então o longboard se dividiu em duas categorias classico e progressivo que contou com o apoio de atletas jovens para se difundir, Hoje o campeao mundial de longboard progressivo é brasileiro , Phil Rajzman, um carioca que ja vinha participando do circuito mundial desde de 1997 e se consagrou campeão mundial no ano de 2007.

O mesmo veem acontecendo com o SUP, alem dos surfistas de ondas grandes tambem tem uma nova geração que vem fazendo a evolução das manobras trazendo manobras dos shortboards não somente para os longboards mais tambem para o Stand-up surf que tem alem de sua prancha medidas grandes o atleta tambem tem o remo em suas mãos.
Abaixo segue uma serie de fotografias de stand-upers executando manobras fortes e radicais e é claro tambem algumas fotos d campeão mundial de longboard Phil Rajzman que tambem se tornou um atepto so SUP.


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Escrito por Fernando Schultz às 20h43 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Quilhas

Neste blog já foi comentado sobre pranchas, remos, modalidades e outras coisas. Mas estive atras de assunto nas duas ultimas semanas andei um pouco ocupado com outras coisas mas sempre pensando no blog e hoje pela manhã quando acordei me deu um estalo: "esqueci das quilhas".
Bom, as quilhas vem acompanhado a evolução das pranchas desde o inicio do surf. Até o pé já foi usado como quilha, isso mesmo as primeiras pranchas não tinham quilhas e para manobrar aquele enorme pedaço de madeira encharcado pela agua salgada os surfistas precisavam usar o pé como quilha até que um dia um surfista teve a ideia de cravar um pedaço de madeira no fundo da prancha que acabou funcionando. Dai em diante o conceito de fabricação das pranchas mudou e todos os fabricates foram bolando os mais diferentes tipos de quilhas e as pranchas eram conhecidas como "single fin".
Na decada de 70 eram as pranchas do momento até que o capeão mundial da epoca e o famoso shaper Marco Richards deixou uma quilha cair no chão e ela se dividiu ao meio em duas partes iguais então richards decidiu colocar na prancha assim as duas metades separadas e lado a lado , dando inicio a uma nova era do surf e então surgião as famosas "Bi-quilhas ou Twin fins". Duraram por pouco tempo apesar de funcionarem bem, por serem muito soltas eram pranchas pouco versáteis.
Não contente com as biquilhas e já com um surf evoluido de mais para as mono quilhas os australianos passaram a fabricar pranchas com quatro quilhas iguais as four fins, eram boas porem era um década de testes e evoluções então no inicio dos anos 90, os shapers passaram a fabricar pranchas com três quilhas e dai em diante o sistema de quilhas evolui muito pouco, pois são as pranchas mais versáteis e como mais funcionalidade as pranchas não são tão presas como as Single Fins e não tão soltas como as Twin fins.


Hoje a maioria das pranchas são tri-quilhas e com os mais variados materiais de plastico injetado até fibra de carbono e tambem podem ser de encaixe ou fixas.
Nas pranchas de stand-up podemos encontrar os mais variados sistemas de quilhas, pranchas mais classicas e pranchas mais progressivas. E no Brasil já temos até pranchas progressivas sem quilhas, isso mesmo uma prancha de surf sem quilha . Você pode estar pensando que isso é bem coisa de brasileiro , pais sub desenvolvido que quer regredir ao invés de crecer mas se você pensa assim está enganado , pois o protótipo da prancha sem quilhas foi desenvolvido pelo shaper do Homero Naldinho de Santos, SP. Ele desenvolveu um shape com uma serie de canaletas que perfuram a prancha assim mantendo a estabilidade e projeção do surfista na onda.... Será que esse é o futuro do surf?


Escrito por Fernando Schultz às 19h35 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Classic Surf


Até agora falei somente sobre a historia, funcionamento e ondas grandes. Pois bem agora alem disso o stand-up também tem seus adeptos mais clássicos, ou seja praticantes que utilizam as pranchas com shapes similares aos de longboard e gostam de surfar ondas menosres e não tão extremas, como: Wakiki, Makaha, Santos e outros picos nacionais e internacionais.

Bom, seguindo uma linha mais clássica o atleta pode executar lindas manobras, claro que sem esquecer da função do remo que sempre auxilia nas cavadas e nas rasgadas. Muitos longboarders também passaram a praticar esta modalidade de surf. Luiz Juquinha que é shaper foi um dos primeiros longboarder brasileiros que esta fabricando e praticando esta modalidade.
Assim como o longboard o SUP é bem versátil pois devido a propulsão feita pelo remo pode-se surfar em todo tipo de onda grande e pequenas, claro que devemos tomar cuidado pois alem do tamanho da prancha o remo também é perigosso pois alem de você poder se machucar também pode ferir facilmente os outros surfistas.
É sempre bom lembrar que segundo as leis náuticas quem esta na embarcação menor sempre tem preferência sobre a maior por isso se você esta praticando o stand – up procure uma vala com poucas pessoas e não esqueça de deixar ondas para os outros surfistas pois é muito fácil de se pegar varias ondas em pouco tempo com o SUP.



Escrito por Fernando Schultz às 11h11 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





SUP + Wind Surf

O stand-up surf esta se tornando cada vez mais popular, o numero de fabricantes de pranchas e remos esta aumentando gradativamente assim como seus adeptos. Inúmeras empresas relacionadas a outras modalidades de board sports estão passando a fabricar pranchas ou remos. Isto esta ocorrendo devido a popularização do SUP, vendo o futuro do esporte estas empresas estão vendo também a possibilidade lucro, ajundando há popularização do esporte.
Alem de gerar mais concorrência e opções ao consumidor isto acaba estimulando uma queda de preços.

Empresas como a BIC – SPORTS , uma das mais famosas fabricantes de pranchas de Wind surf do mundo já havia ampliado seu mercado, desde de 1995 passou a fabricar pranchas de surf , feitas com a mesma tecnologias utilizadas nos Windsurfs, suas pranchas são feitas com material de alta resistência e durabilidade. Devido a BIC não ter histórico na fabricação de pranchas para o stand-up surf e querendo obter um niche desse mercado estão oferecendo ao seus consumidores uma prancha mais versátil onde alem de praticar o SUP , nos dias de vento ela pode servir como uma prancha de Wind surf, que sempre foi a especialidade da mesma.

fonte: www.bicsports.com

Escrito por Fernando Schultz às 10h53 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





ASSESC em luto

Pois é , não sei se todos os leitores desse blog sabem, mas venho escrevento este blog desde que tive inicio de uma materia chamada jornalismo on-line da minha faculdade, ministrada pelo professor Carlos Castilho quem me auxilio na escolha do tema que é de meu interesse e que venho dedicando alguns dias da minha semana para procurar e pesquisar a respeito do assunto.
Hoje, estava escrevendo mais uma matéria para o Blog, quando recebi um telefonema de um colega avisando que não teria aula, devido o falecimento do prof. Ayres Melchiades Ulysséa , fundador da faculdade ASSESC.
Portanto a matéria dessa semana ficara para a próxima semana e no dia de hoje que é um dia de muitas tristezas para nós alunos da ASSESC , gostaria de deixar meus agradecimentos a todo o esforço e dedicação que este homem prestou a educação, um visionário que acreditou em diversos novos cursos de ensino superior.
Muito obrigado Ayres, e que você descanse em paz...... Você partiu, mas deixou todos nós contentes, sabendo que aqui sua missão foi cumprida.
Obrigado
Escrito por Fernando Schultz às 13h17 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Extreme SUP




Quando falamos surf em ondas grandes, a primeira coisa que vem em nossa cabeça é o tow-in , surf reboca por um jet ski. Quem pensa que esta é a única maneira de se surfar ondas de condições extremas se engana, pois os praticantes do SUP, stand-up surf, também estão desfrutando dessas maravilhas da natureza.



Laird Hamilton, o pai do Tow-in, passou a praticar o stand-up a mais ou menos 8 anos. Hamilton é fissurado por ondas grandes e logo que pegou prática e aprimorou suas habilidades com a prancha gigante e com o remo ,deu iniciou suas primeiras sessões nas ondas gigantes ou nas famosas morras como dizem os surfistas.
Até mesmo os antigos praticantes do Stand-up ficaram impressionados com as atuações de Larry e também passaram a surfar as ondas grandes que quebram nas ilhas havaianas picos como Waimeia Bay, Pipeline e Jaws passaram a ser freqüentados pelos praticantes de SUP.
Devido o tamanho da prancha e a propulsão que se é possível ter através do remo faz com que a prancha tenha um ganho de velocidade fantástico, pois somente dessa forma um surfista consegue acompanhar o tempo dessas ondas, fazendo com que o surfista não fique atrasado na espuma da onda.
O Stand-up surf está virando uma febre mundial, ainda não esta no seu auge mais já podemos notar que o numero de praticantes no Brasil vem crescendo gradativamente, e os principais adeptos são na maioria os big riders, pois é uma excelente maneira para manter o preparo físico.
Confira abaixo algumas fotos da galera surfandos as mais famosas morras do mundo;






Escrito por Fernando Schultz às 15h13 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Pranchas


As pranchas utilizadas para a prática do Stand-up são realmente grandes tanto no seu tamanho quanto na sua distribuição de massa e volume. Os tamanhos são os mais variados sendo que as menores tem cerca de 9 pés podendo chegar ate 11 ou 12 pés. Tanto o tamanho quanto a flutuação tem grandes dimensões afim de dar sustentação para que o surfista fique em pé com o peso concentrado apenas em um ponto mas de forma que seja compensado no restante das dimensões da prancha, se as pranchas forem pequenas e com pouca massa seria praicamente impossível o atleta conseguir sustentação suficiente para manter o equilíbrio.
Os shapes também variam bastante pois como os short boards se tem uma prancha para cada modalidade e também para cada tipo de onda. Se for uma competição de remada a distância, comum no Hawaii, as pranchas são longas e com pouca curva assim aumentando o rendimento da remada, já as pranchas utilizadas no surf em ondas são mais progressivas, menores e os shapes acompanham a tendência dos shapes de longboards e pranchinhas.


São dois os materiais utilizados para a fabricação dessas pranchas:

1) Epóxi -Com a tecnologia vinda do WindSurf, em que as pranchas sofrem impactos muito maiores foi desenvolvido este sistema de laminação. Usa-se um bloco de E.P.S (isopor)que tem 30% a mais de flutuação e 60% a menos de peso que os blocos convencionais .
O segredo do processo deve-se a maneira de como tudo e processado e não a qualidade individual de cada produto. A matéria prima é a resina de epóxi e tecidos de divinicil, carbono e kevlar. Tudo isso não seria possível sem equipamentos de precisão e salas totalmente adaptadas para este tipo de construção (climatizadas) como salas Vácuo, estufas e outras.
Desta maneira consegue se fazer o que os atletas mais querem: Durabilidade, resistência e Alta Performace.
O custo de uma prancha condicionada nesse material é de aproximadamente 3000,00 reais.

2) Resina - O tecido importado é uma ótima escolha, desde que a laminação seja bem feita. Caso contrário, não será notada diferença (no que se refere a durabilidade e resistência) entre uma laminação com tecido nacional e outra com o importado. De fato, o tecido importado absorve melhor a resina, tem um trançado mais justo, fazendo com que o acabamento fique melhor e mais leve; dependendo da prancha entre 200-400g a menos que o tecido nacional.
Por outro lado, uma laminação bem feita com tecido nacional, utilizando-se resina de boa qualidade, diluída na densidade correta e aditivada com protetor solar, pode-se obter uma prancha com a mesma resistência e durabilidade daquela fabricada com o importado.
Já em relação ao custo de uma prancha nessa composição é bem mais baixo comparado ao uma prancha de Epóxi e gira em torno de 2300,00 reais.

fonte: Eduardo Schultz, Schultz desenhos hydronauticos.
Escrito por Fernando Schultz às 08h58 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Remos


Alem dos shapes das pranchas os remos também tem os mais variados shapes que exercem as mais variadas funções.
O remo para o stand-up vai alem de uma simples alavanca de impulsão, e sim devido o grande tamanho da prancha e a dificuldade para manobrá-la o surfista utiliza o remo como uma segunda forma de projeção.
Quando falamos em projeção é a função qual as quilhas exercem em relação ao posicionando da prancha na linha da onda o surfista pode auxiliar as quilhas com o remo.
Existem remos dos mais variados tipos e materiais, os mais comuns são os feitos em madeira com diversos trabalhos e tons feitos pelos fabricantes e também tem os feitos em alumínio ou fibra de carbono que são mais flexíveis e versáteis pois você pode regular o tamanho do remo de acordo com a altura do surfista, o sistema de regulagem é como o de uma retranca de windsurf. Nos remos também pode-se escolher a cor do “handle” o pegador. Local do remo onde o surfista segura para proporcionar a impulsão.
O praticante também pode escolher qual o tipo de pá que quer em seu remo, também existem os mais variados tipos algumas para maior impulsão e outras para mais projeção.
O remo não tem cordinha, fica solto e você tem que ficar esperto para ele não cair ou para você não se machucar quando estiver trocando de mão durante a onda.
O remo é feito de madeira ou alumínio e em média tem 6’8’’. O conjunto demora de um a dois meses para ficar pronto. O remo fica entre 400 e 450 reais.

Escrito por Fernando Schultz às 13h41 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Brasileiros nas Competições Havaianas

O guarujaense Hilton Alves, 27 anos, embarcou no dia 22 de agosto, para o Hawaii.Ele irá participar do Duke’s Ocean Fest, na praia de Waikiki, em Oahu.

A competição reúne os melhores waterman das ilhas havaianas e de outros países. Entre eles estão Todd Bradley, Dave Parmenter, Guy Pere, Brian Keaulana, Jamie Mitchel e muito mais. Dividido em várias categorias, o festival iniciou no dia 18 de agosto e será encerrado no domingo, dia 26.
Hilton Alves correrá sua prova na categoria Stand Up Paddle. Na foto abaixo Hilton aprimorando suas abilidades na praia do Tombo, SP.



Os competidores terão que remar 10 milhas, entre Maunalua Bay até a estátua do Duke Kahanamoku, na praia de Waikiki.
O surfista treinou o máximo que pôde na praia do Tombo, no Guarujá. Desde o começo do ano, vem remando longas distâncias num stand up board. Muitas vezes sozinho e em outras ocasiões, acompanhado do shaper Luiz Juquinha.

“O paddle surf é um esporte versátil e que está crescendo em todos os níveis, principalmente no Hawaii, onde se encontram os melhores eventos e praticantes.
No Brasil, outros surfistas estão entrando na onda de surfar com um remo. “Vários brasileiros estão praticando a nova modalidade. Jorge Pacelli, Jairo Pontes, Haroldo Ambrosio, Machucho, Luis Roberto Formiga entre outros, sempre são vistos dividindo o espaço, nos dias de ondas boas, com outros surfistas nas praias do litoral brasileiro”, revela Luiz Juquinha.

Fonte: Luiz Juquinha por telefone


Escrito por Fernando Schultz às 13h01 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





Stand Up Surf ?


o stand up surf é uma das variações mais antigas do surf. O stand up era utilizado pelos havaianos como uma forma de locomoção e tambem de manter preparo físico, os mesmos utilizavam as pranchas para remadas de longa distancia entre uma ilha e outra. Adptações foram feitas nos equipamentos e os havaianos passaram autilizar estas pranchas para tambem deslizar sobre as ondas. O equipamento para a prática se resume a uma prancha com muita massa para uma boa flutuabilidade e um remo, esta modalidade de surf que está começando a se difundir no Brasil este ano e já conta com diversos adeptos.
Qual a diferença?
O praticante aguarda a serie no out-side normalmente junto aos outros surfistas o diferencial é que o praticante fica sempre em pé sobre a prancha e para impulcionar-se nas ondas utiliza um remo.
Na foto abaixo Larry Hamilton dropando uma das grandes em El-Salvador

Neste blog você poderá acompanhar tudo sobre o mundo do stand-up surf.


Escrito por Fernando Schultz às 18h46 [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]



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